
"Anjos da Guarda são os anjos que segundo as crenças cristãs, Deus envia no nosso nascimento para nos proteger durante toda a nossa vida."
Esse é apenas um ponto de vista diante dos questionamentos que muitas vezes me pego fazendo...
Poemas, mensagens e relatos da vida.
"Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida."
Fernando Pessoa
Entre o sono e sonho,
Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho
Corre um rio sem fim.
Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo o rio tem.
Chegou onde hoje habito
A casa que hoje sou.
Passa, se eu me medito;
Se desperto, passou.
E quem me sinto e morre
No que me liga a mim
Dorme onde o rio corre -
Esse rio sem fim.
"secando a louça
lavando poemas
varrendo a alma
escovando o dia”
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...............................
“A flecha no arco,
o barco no mar,
a lua no céu:
Olga é um livro que emociona, tanto pelo amor quanto à crueldade e frieza daqueles tempos. Uma história para não se esquecer!
É muito bom, também assisti o filme. Tanto o livro quanto o filme conseguem nos transmitir exatamente os sentimento de Olga e de Luiz Carlos Preste. É impressionante o que se passa com eles e com seus amigos. Uma história de vida real.
Recomendo...
Passo a tarefa de seguir com o "meme" os seguintes blogs:
Nanbiquara
o movimento
que leva teu corpo
ao espaço
não ergue teu sonho
um palmo acima do chão
trapezistas e peixes
divergem sobre redes
de contenção
© Ademir Antonio Bacca
do livro “O Relógio de Alice”
Fotos por: Izelda Regina
Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade
Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim muito e a miúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
Se perguntassem ao aviador onde e como desejaria
o seu último dia,
por certo responderia:no ar!
Para seus dias terminar
o marinheiro: quer o mar;
o aviador: os espaços
Eu... se pudesse escolher
uma forma de morrer,
queria morrer de amor
em teus braços...
No céu também há uma hora melancólica.
Hora difícil, em que a dúvida penetra as almas.
Porque fiz o mundo? Deus se pergunta
e se responde: Não sei.
Os anjos olham-no com reprovação,
e plumas caem.Todas as hipóteses: a graça, a eternidade, o amor
caem, são plumas.
Outra pluma, o céu se desfaz.
Tão manso, nenhum fragor denuncia
o momento entre tudo e nada,
ou seja, a tristeza de Deus.